A MENTE QUE SE ABRE A UMA NOVA IDEIA JAMAIS VOLTARÁ AO SEU TAMANHO ORIGINAL.
Albert Einstein

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Potencial Elétrico (I)

Borges e Nicolau

Energia potencial elétrica

Vamos inicialmente fazer algumas analogias. Quando você ergue um livro para colocá-lo numa estante, a energia que você despende não é perdida. Ela fica armazenada no livro e, como advém de uma posição dentro do campo gravitacional, recebe o nome de energia potencial gravitacional (Ep).
Em relação a um referencial no solo a energia potencial gravitacional é dada
por: Ep = m.g.h, sendo m a massa do livro, g a aceleração da gravidade e h a altura do livro em relação ao solo.

Da mesma maneira, quando você comprime ou distende uma mola, diminuindo ou aumentando seu comprimento, ela armazena energia potencial elástica (Ep), dada por Ep = K.x2/2, onde K é a constante elástica e x a deformação da mola. O referencial para o cálculo da energia potencial Ep é a mola não deformada.

Considere, agora, o campo elétrico gerado por uma carga elétrica puntiforme Q, por exemplo positiva, fixa num ponto O. Seja P um ponto do campo. Um operador desloca uma carga elétrica puntiforme q, também positiva de um ponto bem afastado de O até o ponto P.



A energia despendida pelo operador (veja que Q > 0 repele q > 0) não é perdida. Fica armazenada na carga q e recebe o nome de energia potencial elétrica. A energia potencial elétrica Ep que q adquire ao ser colocada em P, situado a uma distância d de O, em relação a um referencial muito distante da carga Q (dizemos, referencial no infinito) é dada por:


Onde k a constante eletrostática do meio. Se o meio for o vácuo a constante eletrostática é indicada por k0.

Da fórmula anterior podemos escrever


A grandeza:


é indicada por VP e recebe o nome de potencial elétrico no ponto P do campo da carga elétrica puntiforme Q fixa. Vamos conhecê-la melhor.

Em primeiro lugar observe que o potencial elétrico é uma grandeza escalar, que depende do meio onde a carga elétrica Q se encontra, expresso pelo valor de k. Depende do valor da carga Q que gera o campo e varia de ponto para ponto: mudando-se o valor de d, muda o valor do potencial. Assim temos:


De VP = EP/q, concluímos que a unidade de potencial elétrico no SI é joule/coulomb (J/C) que recebe o nome de volt (V).

Potencial elétrico no campo de várias cargas elétricas puntiformes


Trabalho da força elétrica no deslocamento de uma carga elétrica q do ponto A ao ponto B de um campo elétrico


τAB = EPA - EPB = q.(VA - VB) => τAB = q.(VA - VB)

VA - VB = U é a ddp (diferença de potencial ou tensão elétrica entre os pontos A e B.

O trabalho da força elétrica não depende da trajetória. A força elétrica é conservativa.

Exercícios básicos

Exercício 1:
Duas cargas elétricas puntiformes Q e q são aproximadas. O que ocorre com a energia potencial elétrica do sistema de cargas? Aumenta, diminui ou não se altera? E se as cargas elétricas tivessem sinais opostos?


Exercício 2:
No campo gerado por uma carga elétrica puntiforme Q > 0, fixa num ponto O, considere os pontos A e B, cujos potencias são VA = 4.104 V e VB = 2,5.104 V. Uma carga elétrica q = 2.10-6 C é transportada de A até B. Qual é a variação da energia potencial elétrica da carga q neste deslocamento?



Exercício 3:
No campo gerado por uma carga elétrica puntiforme Q > 0, fixa num ponto O, considere um ponto P situado a uma distância d de O. Seja V o potencial elétrico em P e E a intensidade do vetor campo elétrico. Relacione V, E e d.


Exercício 4:
No ponto A, do campo elétrico gerado por uma carga elétrica puntiforme Q, o potencial elétrico é igual a 3.103 V.

Determine:
a) o potencial elétrico no ponto B;
b) o trabalho realizado pela força elétrica que age numa carga elétrica puntiforme q = 1 μC ao ser transportada do ponto A ao ponto B.



Exercício 5:
Considere o campo elétrico gerado por duas cargas elétricas puntiformes +Q e –Q, fixas nos pontos A e B. Seja M o ponto médio do segmento A e B. Determine o potencial elétrico resultante e a intensidade do campo elétrico resultante no ponto M.

Dados: Q = 2 μC; k0 = 9.109 N.m2/C2; d = 4 m




Exercício 1: resolução
Em vez de respondermos pela análise da fórmula da energia potencial elétrica, vamos fazer o seguinte raciocínio: duas cargas elétricas positivas têm a tendência natural de se afastarem. Se aproximarmos estas cargas, estamos contrariando sua tendência natural. Neste caso, a energia potencial elétrica do sistema de cargas aumenta. Já duas cargas elétricas, uma positiva e outra negativa, têm a tendência natural de se aproximarem. Se aproximarmos estas cargas estamos favorecendo sua tendência natural. Neste caso, a energia potencial elétrica do sistema de cargas diminui.

Respostas:
Q e q de mesmo sinal: a energia potencial elétrica aumenta
Q e q de sinais opostos: a energia potencial elétrica diminui

Exercício 2: resolução
ΔEp = EpB - EpA = q.VB - q.VA = q.(VB - VA) =>
ΔEp = 2.10-6.(2,5.104 - 4.104) => ΔEp = -3.10-2 J

Resposta: -3.10-2 J


Exercício 3: resolução
De E = k.IQI/d2 e sendo Q > 0, podemos escrever: E = k.Q/d2 (1)
Sendo V = k.Q/d, vem: V = k.(Q/d2).d. Levando em conta (1), resulta: V = E.d

Resposta: V = E.d

Exercício 4: resolução
a) De VA = k.Q/d e VB = k.Q/3d, resulta: VB = VA/3 => VB = 103 V
b) τAB = q.(VA - VB) => τAB = 10-6.(3.103 - 103) => τAB = 2.10-3 J

Respostas:
a) 103 V
b) 2.10-3 J

Exercício 5: resolução
Potencial resultante em M:

VM = k0.+Q/d + k0.-Q/d = 0

Intensidade do vetor campo elétrico resultante em M:

+Q origina em M um vetor campo de afastamento e –Q de aproximação.



Esses vetores têm a mesma intensidade dada por:

E = k0.IQI/(d/2)2 => E = 9.109.2.10-6/(2)2 => E = 4,5.103 N/C

O vetor campo elétrico resultante em M tem intensidade:

EM = E + E = 9.103 N/C

Respostas:
VM = 0
EM = 9.103 N/C

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Estudo dos gases (I)

Borges e Nicolau

Gás ideal ou gás perfeito

No estudo do comportamento de um gás, consideramos o seguinte modelo:

• as moléculas do gás movimentam-se caoticamente;

• os choques entre as moléculas e contra as paredes do recipiente são perfeitamente elásticos;

• as moléculas não exercem forças entre si, exceto quando colidem;

• as moléculas apresentam volume próprio desprezível em comparação com o volume ocupado pelo gás.

O gás que obedece a este modelo é chamado gás perfeito ou gás ideal.

Um gás real submetido a altas temperaturas e baixas pressões apresenta um comportamento que se aproxima ao de um gás ideal.

Variáveis de estado

São as grandezas que caracterizam o estado de uma dada massa de gás perfeito:

Volume (V): o volume de um gás perfeito é o volume do recipiente que o contém.
Unidades: m3, litro (L), cm3.
Relações: 1 m3 = 1000 L, 1 m3 = 106 cm3, 1 L = 1000 cm3.

Pressão (p): a pressão de um gás perfeito resulta do choque de suas moléculas contra as paredes do recipiente que o contém. Sendo F a intensidade da força resultante que as moléculas exercem numa parede de área A, a pressão p é a grandeza escalar p = F/A.
Unidades: 1 pascal (Pa) = 1N/m2, atmosfera (atm); mmHg.
Relações: 1 atm = 105 Pa; 1 atm = 760 mmHg.

Temperatura (T): É a grandeza que mede o estado de agitação das moléculas do gás. No estudo dos gases utiliza-se a temperatura absoluta kelvin (K).

Transformações particulares

a) Isobárica: pressão p constante

Variam durante a transformação: o volume V e a temperatura T.

Lei de Charles e Gay-Lussac da transformação isobárica:

Numa transformação isobárica, de uma determinada massa gasosa, o volume V e a temperatura T são diretamente proporcionais.

V = K.T ou V/T = K (constante)

• Mudança do estado V1, p e T1 para V2, p e T2

V1/T1 = V2/T2

• Gráfico V x T

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b) Isocórica: volume V constante.

Variam durante a transformação: a pressão p e a temperatura T.

Lei de Charles e Gay-Lussac da transformação isocórica:

Numa transformação isocórica de uma determinada massa gasosa, a pressão p e a temperatura T são diretamente proporcionais.

p = K.T ou p/T = K (constante)

• Mudança do estado V, p1 e T1 para V, p2 e T2

p1/T1 = p2/T2

• Gráfico p x T

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c) Isotérmica: temperatura T constante

Variam durante a transformação: a pressão p e o volume V

Lei de Boyle - Mariotte

Numa transformação isotérmica, de uma determinada massa gasosa, a pressão p e o volume V são inversamente proporcionais.

p = K/V ou p.V = K (constante)

• Mudança do estado V1, p1 e T para V2, p2, T

p1.V1 = p2.V2

• Gráfico p x V (hipérbole equilátera)

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Exercícios básicos

Exercício 1:
Um gás perfeito sofre uma transformação isobárica e seu volume varia de V1 para V2 enquanto que sua temperatura varia de T1 para T2. Relacione as grandezas V1, V2, T1 e T2.


Exercício 2:
Um gás perfeito sofre uma transformação isocórica e sua pressão varia de p1 para p2 enquanto que sua temperatura varia de T1 para T2. Relacione as grandezas p1, p2, T1 e T2.


Exercício 3:
Um gás perfeito sofre uma transformação isotérmica e sua pressão varia de p1 para p2 enquanto que seu volume varia de V1 para V2. Relacione as grandezas p1, p2, V1 e V2.


Exercício 4:
O gráfico representa uma transformação AB sofrida por um gás perfeito.

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a) Qual é o tipo de transformação que o gás está sofrendo?
b) Determine a temperatura TB.


Exercício 5:
O gráfico representa uma transformação AB sofrida por um gás perfeito.

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a) Qual é o tipo de transformação que o gás está sofrendo?
b) Determine a pressão pB.


Exercício 6:
O gráfico representa uma transformação AB sofrida por um gás perfeito.

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a) Qual é o tipo de transformação que o gás está sofrendo?
b) Determine a pressão pA


Exercício 7:
Um gás perfeito sofre uma transformação cíclica ABCA, indicada no diagrama p x V.

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Classifique o tipo de transformação sofrida pelo gás nas etapas:

a) A para B
b) B para C
c) C para A



Exercício 1: resolução
Sendo a transformação isobárica, de uma determinada massa gasosa, o volume V e a temperatura T são diretamente proporcionais.

V = K.T ou V/T = K (constante). Portanto: V1/T1 = V2/T2

Resposta: V1/T1 = V2/T2



Exercício 2: resolução
Sendo a transformação isocórica, de uma determinada massa gasosa, a pressão p e a temperatura T são diretamente proporcionais.

p = K.T ou p/T = K (constante). Portanto: p1/T1 = p2/T2

Resposta: p1/T1 = p2/T2


Exercício 3: resolução
Sendo a transformação isotérmica, de uma determinada massa gasosa, a pressão p e o volume V são inversamente proporcionais.

p = K/V ou p.V = K (constante). Portanto: p1.V1 = p2.V2

Resposta: p1.V1 = p2.V2



Exercício 4: resolução
a) Do gráfico concluímos que o volume V e a temperatura T são diretamente proporcionais. Logo, a transformação é isobárica,
b) VA/TA = VB/TB => 20/300 = 60/TB => TB = 900 K

Respostas: a) isobárica; b) 900 K


Exercício 5: resolução
a) Do gráfico concluímos que a pressão p e a temperatura T são diretamente proporcionais. Logo, a transformação é isocórica.
b) pA/TA = pB/TB => 1,5/300 = pB/800 => pB = 4 atm

Respostas: a) isocórica; b) 4 atm


Exercício 6: resolução
a) Do gráfico concluímos que a pressão p e a temperatura T são inversamente proporcionais. Logo, a transformação é isotérmica
b) pA.VA = pB.VB => pA.200 = 1,0.600 => pA = 3,0 atm

Respostas: a) isotérmica; b) 3,0 atm



Exercício 7: resolução
a) A -> B: pressão constante -> isobárica
b) B
-> C: volume constante -> isocórica
c) C
-> A: temperatura constante -> isotérmica

Respostas:
a) A para B: isobárica
b) B para C: isocórica
c) C para A: isotérmica

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Movimento uniformemente variado (MUV) (II)

Borges e Nicolau

Movimentos com velocidade escalar variável no decurso do tempo são comuns e neles existe aceleração escalar, podendo a velocidade aumentar em módulo (movimento acelerado) ou diminuir em módulo (movimento retardado).

Quando a aceleração escalar α é constante e não nula o movimento é chamado de uniformemente variado (MUV).

α = αm = Δv/Δt 0

Função horária da velocidade escalar

Da expressão α = Δv/Δt, obtemos: α = (v-v0)/(t-0)

v = v0 + α.t

Onde: v0 = velocidade inicial, velocidade do móvel no início da contagem dos tempos. (t = 0)

Função horária dos espaços

s = s0 + v0.t + (α.t2)/2

Equação de Torricelli

v2 = v02 + 2.α.Δs

Propriedade do MUV

vm = Δs/Δt = (v1+v2)/2


Exercícios básicos
x
Exercício 1:
Renato Pé Murcho


Nos anos finais da década de 1970 surgiu no Guarani de Campinas um jogador muito talentoso chamado Renato. Atuava como meia armador e, tendo a seu lado o centroavante Careca, compôs um ataque arrasador que levou o Guarani ao título nacional.

Depois da conquista histórica Renato e Careca tiveram seus passes negociados, passando a defender o São Paulo. Com atuações brilhantes no tricolor foram convocados para a seleção brasileira de 1982, que disputou a Copa do Mundo na Espanha e que muitos consideram a melhor de todos os tempos, apesar da tragédia de Sarriá, quando o Brasil perdeu da Itália por 3 a 2 e ficou fora da competição.

Renato tinha o apelido de “Pé murcho”, o que nos leva a imaginar que os arremates não eram o seu forte. Em um jogo do São Paulo contra o Internacional de Porto Alegre, Renato chutou uma bola parada da meia lua da área em direção ao gol adversário. O goleiro fez a defesa e a Rede Globo informou com dados obtidos em seu novíssimo computador:

A bola viajou 15 metros, praticamente em linha reta, com aceleração escalar constante, tendo permanecido no ar durante 2 segundos. Imediatamente após o chute a velocidade da bola era de 10 m/s.

No momento em que os dados sobre a velocidade final e a aceleração escalar da bola seriam colocados no ar, houve uma pane elétrica nas cabines da imprensa.

Você faria a gentileza calcular os dados faltantes para que Galvão Bueno possa informar à galera?
x
Exercício 2:
Um ciclista em movimento retilíneo e uniformemente variado passa pela origem O de sua trajetória com velocidade escalar +10 m/s e aceleração escalar -0,2 m/s
2. Qual é a máxima distância do ciclista à origem O?



Exercício 3:
Um móvel realiza um movimento retilíneo e uniformemente variado cuja função horária é, em unidades do SI, s = 5 + 8.t – 2.
t2.
Determine, entre os instantes t1 = 1 s e t2 = 3 s, a variação de espaço e a distância efetivamente percorrida pelo móvel.


Exercício 4:
A velocidade escalar de uma moto varia de 15 m/s a 5 m/s, após percorrer uma distância de 100 m em movimento uniformemente variado. Qual é a aceleração escalar da moto?


Exercício 5:

Um trem de 200 m de comprimento inicia a travessia de uma ponte de 100 m com velocidade escalar de 10 m/s e completa a travessia com velocidade escalar de
5 m/s. Considerando o movimento do trem uniformemente variado, determine o intervalo de tempo que dura a travessia.




Exercício 1: resolução
Sendo a aceleração da bola constante, vem:

s = s0+v0.t+α.
t2/2 ou 15 = 0+10.2+α.22/2 ou α = -2,5 m/s2

v = v0 + α.t ou v = 10+(-2,5).2 ou v = 5,0 m/s


Resposta: v = 5,0 m/s

Exercício 2: resolução
A máxima distância do ciclista à origem O ocorre no instante em que a velocidade do ciclista se anula. A partir deste instante inverte-se o sentido do movimento.

v = v0 + α.t ou 0 = +10+(-0,2).t ou t = 50 s


s = s0+v0.t+α.t2/2 ou s = 0+10.50+(-0,2).(50)22/2 ou S= 250 m

Resposta: 250 m

Exercício 3: resolução
Cálculo de
Δs entre t1 = 1 s e t2 = 3 s

Para t1 = 1 s, temos s1 = 5 + 8.1 – 2.(1)2 ou s1 = 11 m
Para t2 = 3 s, temos s2 = 5 + 8.3 – 2.(3
)2 ou s2 = 11 mΔs = s2 - s1 = 11 m - 11 m = 0

Cálculo da distância máxima do móvel à origem

Comparando s = s0+v0.t+α.t2/2 com s = 5+8.t-2t2, vem:
v0 = 8 m/s e α = -4 m/s2
v = v0 + α.t = v = 8 - 4.t => 0 = 8 - 4.t ou t = 2 s
Para t = 2 s, temos: s = 5+8.2-2.(2)2 ou s = 13 m

Cálculo da distância percorrida entre t1 = 1 s e t2 = 3 s

De 1 s a 2 s, temos: Δs12 = 13 m - 11 m = 2 m
De 2 s a 3 s, temos: Δs23 = 11 m - 13 m = -2 m

Distância percorrida d entre t1 = 1 s e t2 = 3 s

d = IΔs1I + IΔs2I = 2 m + 2 m = 4 m

Observação: Outra forma de calcular Δs entre t1 = 1 s e t2 = 3 s é somar Δs12 e Δs23 algebricamente

Δs = Δs12 + Δs23 = 2 m + (-2 m) = 0



Respostas: Δs = 0; d = 4 m

Exercício 4: resolução
Da equação de Torricelli, temos:

v2 = v02 + 2.α.Δs ou 52 = 152 + 2.α.100 ou α = -1 m/s2

Resposta: -1 m/
s2


Exercício 5: resolução
vm = Δs/Δt = (v1+v2)/2 ou (Ltrem+Lponte)/Δt = (v1+v2)/2
(200+100)/Δt = (10+5)/2 ou Δt = 40 s

Resposta: 40 s