A MENTE QUE SE ABRE A UMA NOVA IDEIA JAMAIS VOLTARÁ AO SEU TAMANHO ORIGINAL.
Albert Einstein

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Cão cego usa mesmo sistema que morcegos para sobreviver


É muito comum deficientes visuais buscarem novas maneiras de perceber o mundo, e entre os animais esta forma de adaptação também parece acontecer. Rowan, um cachorro da raça sptiz alemão que nasceu sem os olhos, se utiliza da ecolocalização, mesma técnica usada por morcegos, para sobreviver. De acordo com o Express, dificilmente conseguimos perceber que ele não é um cachorro comum.

O cão, de pouco mais de um ano, usa o latido e depois escuta seu eco para saber para onde deve ir – assim como fazem os morcegos. Sua dona, a britânica Sam Orchard, diz que as pessoas raramente percebem que ele é cego, mas perguntam porque tem os olhos fechados o tempo todo.

Quando Sam, que é criadora de cães, percebeu que seu filhote não abria os olhos como os irmãos, decidiu levá-lo ao veterinário. Ela descobriu que o animal nascera sem os olhos por causa de um defeito genético, mas decidiu criar Rowan como os cachorros que já tinha.


Ela reparou que o comportamento do cão mudou quando ele começou as escutar o barulho das folhas das árvores que caiam no chão. Aos poucos, passou a se localizar melhor usando também os latidos. A dona diz ao site Small World que ele é um animal normal e vive feliz.

Veja vídeo postado...

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TIRINHA DO DIA


CURIOSIDADE DO DIA

Como os astrônomos encontram planetas fora do sistema solar?


Exoplanetas são descobertos basicamente pela interação com suas estrelas
Foto: Nasa/Divulgação
Os astrônomos possuem diversas táticas para descobrirem planetas fora do sistema solar. São cinco, no total, e uma delas se mostrou a de maior sucesso-e é possível de ser realizada usando um simples aparelho amador para observação do céu.

Planetas que orbitam estrelas localizadas fora do Sistema Solar são conhecidas como exoplanetas. Existem em diversas formas: de gigantes gasosos 60 vezes maiores do que Júpiter até as "superTerras", pouco maiores do que nosso planeta.
Como esses planetas estão muito distantes para serem visto diretamente, astrônomos podem observá-los procurando pelos efeitos que deixam em seus sóis, outros corpos ou até em ondas de luz.
O método de velocidade radial, também conhecido como efeito Doppler, analisa a velocidade em que cada estrela se move para perto ou para longe da Terra, assim como a gravidade do planeta a puxa para frente e para trás. O método de astrometria trabalha similarmente, excepcionalmente quando os astrônomos medem a distância em que a estrela se balança por longos períodos, assim como sua velocidade.
A técnica da microlente tenta captar distorções em luzes resultante da pressão da gravidade. O campo gravitacional de um planeta pode ter efeitos consideráveis na luz que passa por ele. Parecida com esta técnica, a do tempo verifica a hora em que ondas de rádio que captam informações da estrela são interrompidas por um planeta em órbita.
Já a técnica do trânsito leva vantagem das leves inclinações nas luzes das estrelas que ocorrem quando um planeta passa em frente a elas. Medindo a diminuição de seu brilho, astrônomos podem conseguir informações sobre o trânsito do planeta, incluindo sua massa e tamanho. Esta técnica é a que mais descobriu exoplanetas até hoje - foram 502.


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